Mamanguape, PB – No final da tarde desta sexta-feira (23 de janeiro de 2026), um homem popularmente chamado de “Galego Cão” foi assassinado a tiros no centro da cidade, em área movimentada próxima ao mercado público ou feira livre.
A vítima, residente nas redondezas do centro e bastante conhecida na região, foi atingida por vários disparos de arma de fogo — provavelmente pistola ou revólver — em regiões vitais como tronco e cabeça. Os tiros foram múltiplos e a queima-roupa, fazendo com que ele caísse imediatamente no chão da rua ou calçada, sem chance de reação. O óbito foi constatado no local devido à gravidade dos ferimentos e hemorragia massiva.
O ataque aconteceu em plena luz do dia, em ponto de grande circulação de feirantes, compradores e moradores, gerando pânico imediato: gritos, gente correndo para se proteger e comércio paralisado por minutos. Testemunhas relataram estampidos altos ecoando pela área, seguidos de correria e desespero.
Não há detalhes oficiais sobre o número de atiradores, se chegaram de moto, carro ou a pé, nem sobre a fuga. A motivação permanece desconhecida pela polícia, mas o perfil do crime sugere possível acerto de contas, rixa pessoal antiga ou conflito ligado ao histórico da vítima, que era conhecido por envolvimento em confusões ou pequenos delitos na região.
A Polícia Militar isolou rapidamente a cena, realizou perícia inicial e removeu o corpo para o Instituto Médico Legal local. A investigação foi assumida pela Delegacia de Homicídios ou unidade equivalente da Paraíba, com coleta de depoimentos de testemunhas e análise de câmeras de segurança próximas.
Imagens fortes da cena circulam em redes sociais e grupos locais: mostram o corpo estendido no chão, marcas de tiros visíveis, poça de sangue se espalhando e a multidão se aproximando em choque. O caso chocou a comunidade de Mamanguape, reacendendo debates sobre violência urbana em cidades do interior paraibano. A apuração segue em andamento, sem prisões ou suspeitos identificados até o momento.


