Homem conhecido como "Puco" é executado a tiros em frente à própria loja de celulares em Paciência

 


Rio de Janeiro, RJ – Na manhã deste sábado (24 de janeiro de 2026), por volta das 9h30, Joanderson dos Santos Ventura, conhecido na região como "Puco" ou "Pulco", foi assassinado a tiros na porta da sua loja de manutenção e venda de celulares, localizada na Estrada dos Vieiras, número 299, no bairro Paciência, zona oeste da capital fluminense.


A vítima, proprietária do estabelecimento, estava na calçada em frente à loja — possivelmente atendendo um cliente ou apenas na porta — quando foi surpreendida por disparos. O ataque foi rápido e frio: múltiplos tiros à queima-roupa ou de curta distância, atingindo principalmente o tronco e a cabeça. Puco caiu imediatamente na calçada, em uma poça de sangue, enquanto o(s) atirador(es) fugiram do local sem serem identificados no momento.


Moradores da área relataram terem ouvido os estampidos altos em plena luz do dia, em uma rua movimentada da localidade conhecida como Jamelão. A cena chocou quem passava: o corpo ficou estendido por minutos antes da chegada da Polícia Militar, que isolou o perímetro, realizou a perícia inicial e removeu o cadáver para o Instituto Médico Legal (IML).


A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu as investigações, tratando o caso como execução premeditada. Até o momento, não há informações oficiais sobre o número de atiradores, se chegaram de moto, carro ou a pé, nem sobre a motivação exata. No entanto, o perfil do crime — vítima conhecida no comércio local, assassinato em frente ao próprio negócio — levanta fortes suspeitas de acerto de contas, extorsão ou disputa relacionada ao tráfico e ao comércio na zona oeste.


Imagens fortes da cena circulam em redes sociais e grupos de WhatsApp da região: mostram o corpo de Puco caído na calçada, marcas de tiros visíveis, sangue espalhado e viaturas da PM chegando ao local. O caso gerou revolta entre comerciantes e moradores de Paciência, que cobram mais segurança em áreas comerciais vulneráveis.


A investigação segue em andamento, com análise de câmeras de segurança próximas e depoimentos de testemunhas. Nenhuma prisão foi registrada até agora.