Redação | 4 de agosto de 2026
Um homem de 55 anos, identificado como José Roberto Nunes, foi morto na manhã desta terça-feira (4) após ser baleado por um guarda civil municipal que estava de folga. O crime aconteceu em frente à agência do Banco do Brasil, na Praça Rui Barbosa, no centro de Araçatuba (SP).
O guarda, que não teve o nome divulgado, saía de uma agência bancária quando encontrou a vítima. Os dois, que já vinham se desentendendo por motivos familiares, iniciaram uma discussão. Durante o atrito, o agente efetuou pelo menos dois tiros contra o homem. José Roberto foi atingido na cabeça e morreu ainda no local.
O autor dos disparos acionou a polícia e permaneceu no local aguardando a chegada das equipes. Em depoimento, ele alegou legítima defesa, afirmando que vinha sofrendo ameaças recorrentes por parte da vítima e que o homem teria feito menção de sacar uma arma. O revólver usado pertence ao próprio guarda.
Apesar da alegação, o agente foi preso em flagrante. Nesta quarta-feira (5), ele passará por audiência de custódia, quando a Justiça decidirá se mantém a prisão preventiva.
A Prefeitura de Araçatuba informou que o agente foi conduzido à delegacia e que a Corregedoria da Guarda Civil Municipal abriu um procedimento administrativo disciplinar para apurar a conduta do servidor. O caso segue em investigação pela Polícia Civil.
Um homem de 55 anos, identificado como José Roberto Nunes, foi morto na manhã desta terça-feira (4) após ser baleado por um guarda civil municipal que estava de folga. O crime aconteceu em frente à agência do Banco do Brasil, na Praça Rui Barbosa, no centro de Araçatuba (SP).
O guarda, que não teve o nome divulgado, saía de uma agência bancária quando encontrou a vítima. Os dois, que já vinham se desentendendo por motivos familiares, iniciaram uma discussão. Durante o atrito, o agente efetuou pelo menos dois tiros contra o homem. José Roberto foi atingido na cabeça e morreu ainda no local.
O autor dos disparos acionou a polícia e permaneceu no local aguardando a chegada das equipes. Em depoimento, ele alegou legítima defesa, afirmando que vinha sofrendo ameaças recorrentes por parte da vítima e que o homem teria feito menção de sacar uma arma. O revólver usado pertence ao próprio guarda.
Apesar da alegação, o agente foi preso em flagrante. Nesta quarta-feira (5), ele passará por audiência de custódia, quando a Justiça decidirá se mantém a prisão preventiva.
A Prefeitura de Araçatuba informou que o agente foi conduzido à delegacia e que a Corregedoria da Guarda Civil Municipal abriu um procedimento administrativo disciplinar para apurar a conduta do servidor. O caso segue em investigação pela Polícia Civil.
