Jovem de 18 anos é encontrada morta em rio de Matriz de Camaragibe (AL) após sair para comprar sorvete


Mônica Zeferino dos Santos Silva estava desaparecida desde a tarde de quinta-feira (13). O corpo foi localizado na manhã de sexta-feira (14) boiando no Rio Camaragibe, nas proximidades da Ponte do Caranguejo.



Redação | 15 de agosto de 2026


Uma jovem de 18 anos, identificada como Mônica Zeferino dos Santos Silva, foi encontrada morta na manhã da última sexta-feira (14) no Rio Camaragibe, no município de Matriz de Camaragibe, em Alagoas. Ela estava desaparecida desde a tarde de quinta-feira (13).


O desaparecimento e a localização do corpo


Mônica saiu de casa no conjunto habitacional Antônio Braga, na localidade conhecida como “Fusal”, por volta das 16h de quinta-feira (13), informando que iria à orla fluvial do Rio Camaragibe, no bairro Centro, para comprar um picolé. Ela não retornou e a família iniciou buscas ainda naquela noite.


Na manhã de sexta-feira (14), por volta das 7h40, pessoas que passavam pela região encontraram o corpo da jovem boiando no rio. A família foi acionada e reconheceu Mônica. O local do achado foi nas imediações da Ponte do Caranguejo.


Investigação e reação da família


O 6º Batalhão da Polícia Militar (6º BPM) foi acionado para isolar a área, e peritos do Instituto de Criminalística (IC) compareceram ao local para os primeiros procedimentos. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, para a realização da necropsia.


A família de Mônica informou que a jovem enfrentava problemas de saúde mental, incluindo um diagnóstico de depressão. No entanto, os parentes afirmaram não acreditar que ela tenha atentado contra a própria vida. Em um desabafo, a irmã da vítima questionou a rapidez com que o laudo do IML apontou a causa da morte como asfixia e mencionou que o corpo apresentava uma perfuração na lateral da cabeça.


A Polícia Civil de Alagoas aguarda a conclusão dos exames periciais complementares para esclarecer as circunstâncias da morte e determinar se houve crime. A família também fez um apelo para que as imagens do corpo da jovem, que circulam nas redes sociais, não sejam compartilhadas.

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